quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Educação em Saúde Bucal

Equipe Odonto

Esta resenha discute sobre a educação para saúde bucal, ela aborda a falta de conhecimento à respeito dos problemas de saúde decorrentes à falta de higiene bucal.Para aprofundar o conhecimento sobre o assunto o grupo utilizou algumas fontes de pesquisa, como os livros de Pereira (2003), Gomes (2000) e Kriger (2003) para abordá-los neste texto.
Os estudos de Pereira (2003) apontam que devido a falta de conhecimento das pessoas elas ficam mais vulneráveis as doenças causadas pela falta de higiene bucal. Segundo o autor (Pereira 2003, pág.117) aponta que “as doenças tem afligido o ser humano desde tempos remotos. A falta de conhecimento forma um quadro muitas vezes alarmante”. Com isso compreende-se que a higiene bucal é o fator importante abordado por Pereira (2003).
As pesquisas de Gomes (2000) apontam que a educação em saúde bucal tem como características específicas a prática e o conhecimento, levando em consideração que antes de tudo é preciso saber a quem podemos ou devemos educar, sabe-se também que o trabalho atinge um melhor resultado quando desenvolvido em pessoas com melhor poder aquisitivo. Gomes (2000, pág.312) diz que:
O conceito de educação em saúde bucal preisa ser
ampliado, alargar-se ao ponto de incluir entre suas tarefas o
trabalho junto aos grupos mais carentes da sociedade,
apoiando-os para que atinjam um patamar mínimo de renda
e de dignidade pessoal. Trata-se de conscientizar as pessoas
ao invés de apenas procurar educá-las.

Conforme o autor (Gomes 2000) na Odontologia não basta educar bem e democraticamente, mas se faz necessário também fazer o possível para resolver os problemas de cada comunidade ou para que ela crie as condições para que seus problemas sejam resolvidos. É verdade que os recursos disponíveis não são suficientes para tratar a todos, mas também é verdade que uma comunidade organizada tem maiores possibilidades de conseguir uma unidade de saúde e depois fazer com que ela funcione adequadamente.
Kriger (2003) tem a visão de que promover e manter saúde bucal tem sido considerada, por muitos profissionais, uma atividade acessória na prática clínica privada. Priorizando a intervenção curativa e utilizando, muitas vezes, a complexa tecnologia como marketing de seu sucesso.
Entendemos que a higienização bucal interfere não somente no desenvolvimento da maioria das doenças bucais, mas ao cuidar da higiene bucal podemos com isso adquirir uma melhor qualidade de vida e sem dúvida alguma concordamos com Kriger (2003) quando se refere que a higiene bucal além de trazer um bom resultado ao paciente, que tem investido cada vez mais na estética bucal traz também ao profissional um bom retorno e um ótimo reconhecimento de seu trabalho.

Bibliografia
Pereira, Antônio Carlos - Odontologia em Saúde Coletiva, Porto Alegre: Artmed 2003.
Gomes, Vitor – Saúde Bucal Coletiva 4 ª edição 2000.
Kriger, Léo – Promoção de Saúde Bucal 3ª edição 2003.

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